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Os cinco maiores trends globais para o Facebook

Katie Duffy, diretor global de conteúdo do Facebook, apontou fatores como mobilidade, e-commerce e vídeo como aceleradores de grandes transformações

Igor Ribeiro
8 de maio de 2018 - 21h25

Katie Duffy, global content manager do Facebook, trouxe uma apresentação sobre consumer insights ao ProXXIma 2018. Trazendo questões sobre como trazer conteúdos ou engajamentos mais imersivos para 2020, Katie contou: faltam só 19 meses para a chegada do futuro e os anunciantes já podem começar a trabalhar com essas perspectivas hoje.

Katie Duffy, global content manager do Facebook (Crédito: Denise Tadei)

Para 2020, Katie colocou um panorama em que mais da metade da população global estará conectada na internet e millennials serão metade da força de trabalho mundial. A maior parte dos nativos digitais terão feito seu primeiro acesso à rede num dispositivo móvel e só no Brasil, 34% do e-commerce será fruto do mobile. Ela separou os achados do levantamento realizado pelo Facebook IQ, área de pesquisa da plataforma, em cinco principais mudanças formatando nosso futuro. São elas:

Omnicultural identities
Segundo Katie, as transformações aceleradas nos papeis de gênero em vários mercados são um dos grandes sintomas desse trend. “Os dias em que pintávamos mulheres como sex symbols para vender produtos acabaram”, afirmou –três em quatro usuários do Facebook nos Estados Unidos disseram que a coisa mais importante que marcas podem fazer para promover equidade de gêneros é parar de retratar mulheres de modo sexualizado.

Ela também citou como o entendimento de idade vem mudando: uma pesquisa em países como Nigéria, Coreia do Sul, Reino Unido e EUA aponta que a idade com a qual as pessoas se consideram velhas aumenta entre 70% das pessoas. Qualidade no trabalho em sintonia com qualidade de vida costumava ser uma bandeira quase que exclusivamente de millenials, mas há cada vez mais profissionais sêniores que têm as mesmas expectativas.

Mixed Realities
“É interessante ver que a atração por vídeo mobile tem algo de biológica”, comentou Katie, ao tratar de um insight relacionado a comunicação. Segundo o estudo, globalmente 42% dos entrevistados querem ver mais vídeos no próximo ano e o dispositivo preferido para isso é o smartphone.

O mesmo estudo aponta que a audiência está cada vez mais interessada em realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR). “Sabemos que o apetite por essas realidades mistas está certamente num futuro muito próximo”, comentou Katie. Os dados mostram que 67% dos entrevistados desejam usar VR/AR para conhecer melhor um lugar para o qual vão viajar; 61% para visualizar o caimento de roupas; 54% para comprar por uma casa ou móveis; e 47% para jogar videogames.

Convergent Commerce
“Segundo nossas pesquisas, muito mais gente gostaria de comprar via mobile, e o número de consumidores por smartphone só não aumenta em maior velocidade por uma questão de navegabilidade, e não tanto de segurança”, afirmou Katie Duffy. Segundo um corte americano da pesquisa, boa parte dos consumidores até concordariam em pagar um pouco mais em troca de conveniência.

O celular também é um instrumento de troca de mensagens com as marcas. No levantamento global, 67% das pessoas afirmaram que aumentaram a intensidade com que usam essa ferramenta nos últimos dois anos. E mais de oito bilhões de trocas de mensagens mensais já são entre usuários comuns e empresas.

Solely Mobile
Katie explicou que pessoas concentrarão cada vez mais atividades em smartphones e as audiências nesses dispositivos terão crescimento exponencial. “Tem tudo a ver com os mercados emergentes, que até 2020 serão 60% do global GPD ate serão a maior parte dos três bilhões de dispositivos que entrarão no mercado até lá.”

Além disso, o levantamento destaca que smartphones acabaram se tornando ferramenta de trabalho para muitas pessoas. Entre os entrevistados no Quênia, Nigéria e África do Sul, 40% dizem que geram renda de negócios conectados à internet e, nesses mercados, o acesso via smartphone é protagonista.

Redefining Belonging
No que diz respeito a comunidades, o entendimento de pertencimento de grupo está sendo transformado graças a comunicação em vídeo, segundo Katie Duffy. Num corte americano e canadense da pesquisa, 41% afirmou que usar as ferramentas do Facebook faz se sentir mais próximos de amigos e familiares, e 39% disse que lhe oferece motivo de conversa com outros.

“O live video é especialmente apontado como um formato que faz amigos e familiares a se sentirem mais conectados”, explicou Katie. “No futuro, vai melhorar as conexões entre online e offline.”

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