Meio&Mensagem

Como as marcas podem se aproximar do metaverso

Diego Martinez e Vanessa Mathias falam sobre como o ambiente irá se tornar cada vez mais híbrido entre a realidade física e digital

Valeria Contado
19 de novembro de 2021 - 11h42

Diego Martinez, gerente-geral da Riot Games no Brasil e Vanessa Mathias, co-founder da White Rabbit, no painel comandado por Rodrigo Terra, co-fundador e chief technology evangelist, arvore experiências imersivas (Crédito: Gustavo Scatena)

O metaverso já é uma realidade que a tecnologia pôde incluir ao universo de marcas e consumidores. Ainda que, no imaginário de muitas pessoas, seja algo condicionado à ficção sendo associados à clássicos cinematográficos como Matrix, ou mesmo da literatura como Ready Player One, de Ernest Cline, marcas como Facebook e Epic Games já começam a investir nesse tipo de tecnologia. Diego Martinez, gerente-geral da Riot Games no Brasil e Vanessa Mathias, co-founder da White Rabbit, falam sobre essa inserção na realidade atual da sociedade.

Para falar sobre isso, é importante entender que o metaverso não se condiciona apenas a uma condição, e se conecta diretamente com a forma como a tecnologia evolui, juntamente com o modo como a sociedade e empresas utilizam a internet, está diretamente ligada com uma visão de longo prazo. Vanessa Mathias define como “um lugar no tempo”.
Por isso, para as marcas, entrar nesse ambiente é algo que deve acontecer juntamente com a evolução, já que a proposta principal é se tornar como uma extensão do mundo físico. “Você vê empresas como a Epic convertendo a leitura que ela tem hoje com o Fortinite. Ela consegue criar uma roupagem que as pessoas conseguem usufruir do que elas querem”, comenta Diego Martinez.

Nesse sentido, um dos princípios básicos para estar nesse novo ambiente está em como as marcas pretendem se posicionar, e participar da construção, mudar os KPIS. Vanessa Mathias avalia que existem alguns cuidados a serem tomados: “a nova fronteira ara as marcas é essa ideia de responsabilidade social”. Para ela, a maior necessidade nesse momento é observar é quem irá construir esse novo mundo e como ele será monetizado. “Normalmente quem constrói seta as regras. Vamos viver sob novas regras da sociedade e falar sobre uma inversão de que o poder dos governos serão muito diminuídos”, completa.

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