Meio&Mensagem

Três movimentos que ampliam a palavra talento

Nohoa Arcanjo, Chief Growth Officer & Co-Founder da Creators, detalhou o open talent enomomy, a creators economy e a passion enomomy, e como eles podem ajudar as empresas na atração de novos talentos

Amanda Schnaider
17 de novembro de 2021 - 18h05

Nohoa Arcanjo, Chief Growth Officer & Co-Founder da Creators (Crédito: Gustavo Scatena/Imagem Paulista)

Nohoa Arcanjo, Chief Growth Officer & Co-Founder da Creators, plataforma que conecta talentos criativos a companhias inovadoras, começou sua palestra no ProXXIma 2021 convidando os participantes a olhar para movimentos que podem trazer diversos aprendizados para as companhias na atração de novos talentos. “Tenho visto movimentos de startups de RH que distribuem benefícios, startups que integram sistemas de integração e adaptação de novos colaboradores, e por último posso citar, inclusive, o formato da Creators, que ajuda na seleção de talentos”.

A executiva ainda destacou que a principal pergunta dos talentos atualmente é como equilibrar os ganhos com a saúde mental, visto que das 24 horas do dia, somente oito são destinadas às ações prazerosas do talento. “É pouco tempo, por isso que digo que as 24 horas ficaram menores de fato e quando digo que precisamos buscar o equilíbrio é sobre isso. Precisamos ajudar os talentos a achar esse equilíbrio. Esse é o segredo”. 

Nohoa ainda reforçou que as novas dinâmicas de trabalho fundadas na flexibilidade desafiam modelos engessados na contratação e indagou: “Será que o mercado está preparado para movimentos como open talent enomomy, creators economy e passion enomomy?”. A Co-founder da Creators explicou esses três movimentos que integram e ampliam o significado da palavra talento. Open talent economy: diversidade de maneiras de trabalhar, mais livres e autônomas; creators economy: a economia dos criadores, ou seja, pensar nos criadores de conteúdo como um fornecedor que devem estar em linha dos com valores das marcas e vice-versa; passion economy: nos monetizar por meio de nossas paixões. “Precisamos falar sobre isso, sobre atração de talento, olhando para a felxibilidade da open talent economy, precisamos falar sobre a creators economy, e por último precisamos falar da passion economy que é de fato como vamos conseguir nos monetizar através da nossa paixão”,

A executiva ressaltou que se as pessoas e empresas ainda não estão falando sobre esses movimentos, elas precisam começar. “Os talentos querem contribuir com ideias, e criatividade, construindo iniciativas que impactem positivamente as empresas, as pessoas e a sociedade”. “Falei aqui sobre três movimentos super novos. E como todo movimento novo, há um pouco de receio e críticas, mas a verdade é que as empresas que entenderem o potencial dessa inovações e criatividade vão sair na frente e colher sucesso por isso”, concluiu.

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