Meio&Mensagem

Evento ProXXIma

17 E 18 DE NOVEMBRO - WTC SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP

Interação por voz merece mais atenção no Brasil

Leo Xavier, CEO da Pontomobi, mostrou o potencial da tecnologia para conectar consumidores, serviços e produtos

Igor Ribeiro
8 de maio de 2019 - 12h50

Boa parte das marcas e agências ainda olham para a interação de consumidores com tecnologias de voz como algo de um futuro próximo, que ainda está em teste. “Mas smartspeakers com o Google Assistente já são acessíveis no Brasil”, afirmou Léo Xavier, CEO e founder da Pontomobi, na sala de Criação, Produção e Distribuição Digital, no ProXXIma 2019. Parte do conteúdo paralelo ao palco principal, ampliado nesta edição do evento, o painel tratou do crescimento das tecnologias de áudio e das dúvidas que ainda tomam a indústria de comunicação brasileira ao investigar essa tecnologia.

 

Leo Xaver, CEO da Pontomobi (Crédito: Igor Ribeiro)

Léo apresentou alguns cases internacionais, como a estratégia utilizada pela Isobar para comunicar o filme Missing Link utilizando o Alexa, da Amazon, pelo qual você pode participar de um jogo não-linear, por meio de ativações em voz, com a participação de personagens da animação. Também via Alexa, a Diageo criou um aplicativo que começa a interagir com o consumidor por meio do comando “Open the bar”, ou “Abra o bar”, com receitas de drinques em tempo real. Também apresentou o Samsung Family Hub 2.0, um novo conceito de geladeira com uma tela touch screen e multimídia que também pode ser ativada por voz, seja para tocar uma playlist, para mostrar os produtos que estão lá dentro sem ter que abrir a porta, auxiliar a completar a lista de compras etc. “São exemplos claros de como a voz conecta as pessoas a serviços, marcas e conteúdos”, disse.

Para finalizar, Léo mostrou um case brasileiro usando o Assistente do Google, criado pela Pontomobi, envolvendo a Bonafont, em que você pode pedir galões d’água por meio da ferramenta. “Já é bem simples, são só três passos até pedir sua água, mas vai melhorando o flow de usabilidade, conforme a máquina do Google vai entendendo o que o consumidor deseja”, explicou. O usuário alimentando a tecnologia de voz, que por sua vez alimenta a inteligência artificial, que volta ao consumidor.

Publicidade

Compartilhe

Realização