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Evento ProXXIma

9 E 10 DE MAIO DE 2017 | SHERATON SÃO PAULO WTC HOTEL - SP

A reascensão do digital out of home

Graças ao digital, OOH apresenta opções mais diversificadas e promissoras aos anunciantes

ProXXIma
10 de maio de 2017 - 19h02

Kenneth Brinkmann, vice-presidente de estratégia e inovação do Posterscope (Crédito: Celina Filgueiras)

Google, McDonald’s, Fox, Netflix e Heineken. Anunciantes de grande porte e diferentes entre si, e que têm sido percebidas pelo consumidor não somente nos meios digitais e tradicionais, mas também no out of home. Nos últimos cinco anos, o mercado brasileiro voltou a prestar mais atenção no meio, notadamente a partir do primeiro ano de retorno do mobiliário urbano à cidade de São Paulo em 2013.

Desde então, os players nacionais se consolidaram e o segmento ganhou adesão das marcas e solidez nas métricas e certificações. “Temos um inventário qualificado, fazemos trabalhos que hoje são referência no mundo”, comenta Eduardo Alvarenga, CEO da Elemídia e presidente da ABOOH (Associação Brasileira de Mídia Out of Home).

A avaliação de Alexandre Guerrero, sócio e diretor comercial da Eletromídia, também é positiva. Segundo o executivo, é difícil ver uma marca que não inclua OOH em seu planejamento. “O McDonald’s é um exemplo disso, no trabalho com a DPZ&T”, exemplifica. No entanto, ressalta que as marcas devem ter consistência para que o diálogo faça sentido para a experiência do consumidor.

Para que a comunicação nesse meio seja bem-sucedida, é preciso entender a audiência, para onde ela vai, quanto tempo fica em uma loja e quanto tempo passa nos devices, afirma Kenneth Brinkmann, vice-presidente de estratégia e inovação do Posterscope. “Os dados ajudam a entender essas nuances. A cada 2 segundos, as empresas recebem sinais dos usuários de smartphones. Isso é muito poderoso para nós. “Estamos interessados nos dados de localização. É isso que nos ajuda a planejar compra e venda”.

No passado, salienta o executivo, não havia a possibilidade de segmentar os consumidores da maneira que se faz hoje, o que não era errado, mas relegava o meio a oportunidades reduzidas. “Graças ao celular, temos a oportunidade de stalkear – estou brincando – mas é quase isso. E em tempo real. Em menos de 3 milissegundos conseguimos te dizer qual é o conteúdo que aquela pessoa está consumindo e onde ela está. Temos os dados históricos, então conseguimos dizer quantas impressões conseguimos entregar no Brooklyn na semana que vem, por exemplo”, explica.

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